Documentário ‘(Des)embarque’ entrelaça histórias sobre a Rodoviária de Santos

Por Assessoria de imprensa
Imagens Divulgação

Histórias sobre a Rodoviária de Santos, entrelaçadas, tendo como fio condutor a trajetória de Jayme Rodrigues Estrella Júnior, o Cebola, que dá nome ao terminal, estão no documentário ‘(Des)embarque’, que estreia nesta quinta, dia 15 de julho. O filme será exibido pelo Cine Arte Posto 4, em sua página no Facebook, uma vez que as atividades presenciais estão suspensas, por causa da pandemia de covid-19.

O documentário ficará em exibição remota até o dia 22, também pelo canal Cultura Santos, no Youtube. No sábado, dia 17, das 14h30 às 17h, haverá um cinedebate – uma roda de conversa, virtual, entre realizadores, personagens e o público em geral. A participação é livre e gratuita, e o link será publicado, no dia, no perfil do projeto no Instagram (@rodoviaria_historias).

A Estação Rodoviária de Santos é uma das mais antigas do país, ainda em operação. Foi inaugurada em dezembro de 1969, e iniciou as operações no mês seguinte, em janeiro de 1970. Entre capitais de estado e cidades de médio porte, só Rio de Janeiro e Governador Valadares ainda contam com rodoviárias mais antigas que a santista. A da cidade mineira, aliás, será desativada tão logo o novo terminal, em construção, seja entregue.

Os personagens da narrativa de ‘(Des)embarque’ são o filho e a então companheira de Cebola, respectivamente José Pedro Nogueira Estrella e Sandra Mara Nogueira Lisboa; o comunicador Cláudio Mussi que, com o pai, Lupércio Mussi (in memoriam), fundou na Rodoviária de Santos a TV Litoral, e ainda viajantes e vizinhos do espaço, como Geraldo Oliveira Aragão, Elver Savietto, Danilo Alves da Conceição, Sérgio Pardal Freudenthal, Jaqueline Fernández Alves,  Júnior Brassaloti, Íris Geiger e Brenno Demarchi.

SOBRE O PROJETO

O documentário foi produzido entre janeiro e junho de 2021, e integra o projeto cultural “Rodoviária de Santos, 50 anos de histórias”, contemplado pelo 8º Concurso de Apoio a Projetos Culturais Independentes, da Prefeitura de Santos, com repasses do Fundo de Assistência à Cultura (Facult). Além da obra audiovisual, o projeto, da categoria artes integradas, envolveu expressão oral (contação de histórias em roda de conversa remoto) e visual (uma exposição de imagens no Instagram).

Todas as etapas do projeto foram adaptadas às circunstâncias da pandemia de covid-19. Em observância às recomendações dos especialistas em saúde, as atividades foram migradas para o ambiente virtual. Mesmo a contação de histórias, as conversas e as entrevistas para o documentário foram feitas por videochamadas, para preservar personagens e equipe. As captações externas se concentraram em tomadas de imagens da rodoviária, em janeiro, sem contato físico com o público.

O projeto tem coordenação geral de Wagner de Alcântara Aragão; curadoria de conteúdo do perfil no Instagram a cargo de Thayná Santos; pauta e pré-produção de Lindrielli Rocha Lemos; e produção e pós-produção audiovisual de Nicole Zadorestki Caroti. Os contatos são o próprio @rodoviaria_historias ou (13) 92000-2399.

SERVIÇO

Estreia do documentário “(Des)embarque”

15 de julho de 2021
19h
Facebook: Cine Arte Posto 4 (https://www.facebook.com/CineArtePosto4).
Youtube: Cultura Santos (https://www.youtube.com/channel/UCZpcsglPTgA9Q-rLLIRZfCQ)
O filme ficará em exibição nessas plataformas até o dia 22.

Roda de conversa (Cinedebate)

17 de julho de 2021
14h30 às 17h
Pelo Jitsi. Link estará disponível no Instagram @rodoviaria_santos (https://www.instagram.com/rodoviaria_historias)

SINOPSE

(DES)EMBARQUE
(Santos, Brasil, 2021. 40’. Documentário)

O que a trajetória de Jayme Rodrigues Estrella Júnior, o Cebola, a luta pela democracia, a história da televisão e memórias afetivas outras têm em comum? Todas elas (des)embarcam na Estação Rodoviária de Santos, uma das mais antigas em operação no país. Com narrativas de Sandra Mara Nogueira Lisboa e José Pedro Nogueira Estrella, e relatos de Cláudio Mussi, Geraldo Oliveira Aragão, Elver Savietto, Danilo Alves da Conceição, Sérgio Pardal Freudenthal, Jaqueline Fernández Alves,  Júnior Brassaloti, Íris Geiger e Brenno Demarchi, tudo se entrelaça.

Um filme de:

    • Nicole Zadorestki Caroti, co-direção, fotografia e edição
    • Wagner de Alcântara Aragão, co-direção, argumento e roteiro
    • Gabriel Cordeiro Ramos, áudio

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