Busscar na Progresso prestes a se tornar realidade

Daqui a pouco eles chegam…

Por Ônibus Paraibanos
Imagem Redes Sociais

Tradicional cliente Busscar, desde que a encarroçadora catarinense ainda se chamava Nielson, a Auto Viação Progresso transportadora rodoviária interestadual e intermunicipal sediada no estado de Pernambuco, sempre teve modelos produzidos pela Busscar em suas renovações de frota e com a retomada das operações da encarroçadora que agora que pertence ao Grupo Caio, não poderia ser diferente.

Agora em 2019, a Progresso volta a renovar sua frota com produtos Busscar, adquirindo 14 unidades, sendo 10 Vissta Buss 400 e 04 Vissta Buss DD, com a nova pintura feita pela Villela Design, de acordo com informações da página Ônibus, Minha Segunda Casa.

Ainda segundo a página, os novos ônibus possuem chassis Scania K400IB 6X2. Alguns dos itens que vem nas novidades da Progresso são: conectores USB nas poltronas, ar condicionado com saídas direcionais, câmeras, banheiro, luzes de leitura indivduais, itinerário eletrônico, tomadas, monitores, internet via Wi-Fi, sensores de estacionamento e bagageiro com maior espaço para utilização dos passageiros.

Nas redes sociais, apareceu nesta sexta-feira, 27, de um dos novos Vissta Buss 400 da Progresso. Com prefixo 6229, o veículo já está finalizado, aparentemente na fábrica da Busscar já pronto para ser entregue.

One Reply to “Busscar na Progresso prestes a se tornar realidade”

  1. Elian Almeida do Amaral disse:

    O maior desprezo na vida dos 5.550 ex-funcionários da Busscar Ônibus S.A.
    Arquitetou-se um plano para sufocar a Busscar, dos três sindicatos, dois lutaram para o fechamento da fábrica, somente um se posicionou contra a falência, acreditem… o presidente “se enforcou”. Nós que vivemos e estivemos no “olho do furacão” visualizamos nessa “doação” um CONCHAVO, FORÇAS OCULTAS E PODEROSAS AGINDO NOS BASTIDORES. E para atingir seus objetivos afrontaram o “POPULACHO” Norte Catarinense.
    Com todas as discrepâncias: “O juiz substituto Walter Santin Júnior, da 5ª Vara Cível da comarca de Joinville, homologou a venda extraordinária em leilão judicial do ativo operacional da Busscar Ônibus S.A. em favor da Caio Induscar – Indústria e Comércio de Carrocerias, por R$ 67,1 milhões. O valor, dividido em um sinal de R$ 9 milhões e mais de 50 parcelas pelos próximos quatro anos, compreende as unidades da Busscar em Joinville, Pirabeiraba e Rio Negrinho, assim como seus terrenos, edificações, maquinário e móveis.” (TJ).
    Sustento que a decisão proferida pelo Sr. Juiz, a venda dos bens arrecadados a massa falida por PREÇO VIL, porquanto homologada proposta de 67 milhões por 50 % dos bens avaliados em 167 milhões, o que representa 18% do valor (mau) avaliado.
    fizeram uma construção matemática: 67 milhões parcelados em 50 vezes + 100 milhões em investimentos para voltar a produzir, só que estes 100 milhões deixam de usar para pagamento dos ex-funcionários, que são 220 milhões sem correção desde 2014…e investem no próprio patrimônio que vai ser deles!….Tenha santa paciência, o dever de criar postos de trabalho é dos governantes e não do cidadão!
    Vejam o que restou: saldo em duas contas judiciais; 17 milhões e 32 milhões, totalizando 49 milhões. Estimamos mais umas 23 parcelas de 1,110 milhões devidas pela Caio. E desse total estão bloqueados por ações judiciais de bancos e outros…que vão levar com certeza!
    Um preço caro demais para 700 postos de trabalho, e particularmente estou duvidando que vão continuar produzindo rodoviários em Joinville, assim que acertarem as parcelas com a justiça vão transferir tudo à Botucatu, com isto sobraria três terrenos para capitalizarem e cobrir o “investimento”, só o terreno da matriz, localizado em área industrial (528 mil m²) foram avaliados em 80% menor dos praticados na cidade, segundo alguns corretores por nós, da comissão de credores consultados.
    Os donos da Caio-Induscar produzem os RODOVIÁRIOS BUSSCAR TANTO COBIÇADO, QUE NUNCA FORAM CAPAZES DE PRODUZIR, banqueiro que mendigou 100 milhões, com arrogância e desprezo pelo infortúnio das 5.550 famílias Joinvilenses.

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