Imeq se destaca como referência nacional em fiscalizações de cronotacógrafo

De Secom/PB
Imagens Divulgação

As fiscalizações do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (Imeq) sobre o cronotacógrafo têm sido referência nacional.

O equipamento, responsável por controlar a velocidade de ônibus e caminhões, por exemplo, tem ganhado a atenção redobrada do Imeq.

O objetivo é evitar acidentes por excesso de velocidade.

O órgão, representado pelo seu superintendente, Arthur Galdino, foi convidado a participar de um evento no Rio de Janeiro para compartilhar com outros estados a dinâmica dessas operações.

O evento foi promovido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e contou ainda com a participação da Associação Nacional das Empresas de Cronotacógrafo (Anpeci).

O grande número de veículos fiscalizados na Paraíba sobre o funcionamento do cronotacógrafo foi um dos temas abordados no encontro.

O diretor-superintendente do Imeq, Arthur Galdino, afirmou que o órgão vem sendo reconhecido por fiscalizar um equipamento tão importante para a vida nas estradas paraibanas.

“O cronotacógrafo inibe o excesso de velocidade, infração responsável por grande parte dos acidentes fatais. Por isso, nós temos intensificado as ações para o bom funcionamento do cronotacógrafo, o que tem nos tornado referência nacional”, afirmou.

Os estados do Piauí e Sergipe estiveram entre os convidados para replicar a experiência com fiscalizações sobre o cronotacógrafo na Paraíba.

“É muito importante que o nosso estado seja referência nesse campo. Isso nos motiva a continuar ainda mais com o nosso trabalho, cujo objetivo principal é proteger a vida dos paraibanos”, disse Arthur Galdino.

Fiscalizações – As fiscalizações realizadas pelo Imeq têm o caráter de blitz, realizadas tanto em postos da Polícia Rodoviária Federal como em terminais rodoviários, assim como abordagens aleatórias.

São várias as irregularidades no uso do cronotacógrafo por motoristas de caminhões, ônibus e vans, de acordo com o diretor-superintendente do Imeq.

“Nós encontramos várias adulterações, que vão desde o equipamento desligado até mesmo vencido”, explicou Arthur Galdino.

“Quando um ônibus, por exemplo, tem o cronotacógrafo adulterado, significa que pode exceder a velocidade, com riscos de acidentes fatais”, prosseguiu.

Os motoristas responsáveis pelas irregularidades podem ser punidos com multas de R$ 1 mil.

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