Direção da Caio diz que ainda não há previsão para o início da produção após compra da Busscar

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De Aconteceu Botucatu
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Como foi noticiado pelo Acontece Botucatu, os Sócios-acionistas e investidores da Caio Induscar, assinaram na quarta-feira, dia 22, o chamado auto de arrematação da Busscar, formalidade que faz parte do processo de aquisição da empresa e que engloba outras etapas. O negócio se arrastava por meses no Fórum de Joinville (SC), sede da Busscar.

O grupo da Caio pretende contratar trabalhadores ainda neste ano, mas a quantidade de funcionários e quando isso começará, ainda vai depender dos planos para reestruturação das plantas que eram da Busscar.

“Ainda não há previsão para o início da produção, pois há etapas processuais que dependem da agilidade dos ritos legais, tanto em Joinville, como, eventualmente, no Tribunal de Santa Catarina”, disse Maurício Lourenço Cunha, Diretor Industrial da Caio Insduscar ao Acontece Botucatu.

Para o negócio serão depositados, R$ 9,4 milhões à vista e outros R$ 57,74 milhões serão pagos em 52 parcelas com correção monetária, num total de R$ 67, 1 milhões. Em contato com o Acontece Botucatu, a Caio diz que a aquisição tem como objetivo ampliar a atuação do Grupo Caio Induscar nos mercados interno e externo.

“O Grupo Caio Induscar, mesmo diante de uma das crises mais severas que o Brasil já enfrentou, acredita na retomada do crescimento de nosso país e do mercado de ônibus, para que possa gerar mais empregos”, colocou a empresa.

O objetivo da Caio é entrar no segmento de ônibus rodoviários, hoje liderado pela Marcopolo. A Caio lidera o segmento de ônibus urbanos.

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