Linhas transitando na Almeida Barreto realmente é necessário?

Fonte: Portal Ônibus Paraibanos
Matéria/Texto: Kristofer Oliveira
Fotos: Paulo Rafael Viana / JC Barboza

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Quando a reforma do Parque Solón de Lucena começou um novo ponto de congestionamento se formou no centro pessoense, no semáforo da avenida Padre Meira, que horas chegava a engarrafar também a avenida Guedes Pereira e travar o cruzamento com a General Osório. Consequentemente, as viagens das linhas que passavam no local sofriam vários atrasos. Para amenizar as linhas do corredor 2, por caráter temporário, elas para alcançar a avenida Diogo Velho passaram a fazer o desvio pela General Osório e Almeida Barreto. A obra na Lagoa terminou, mas o desvio foi oficializado, carregando consigo um problema.

Quando estou dentro do 204 ou 208, duas que passaram a transitar pelo “desvio”, ouço os xingamentos discretos dos passageiros…”ninguém merece”, “por aqui é pior e demora mais”, “motorista burro da xxxxx!”, entre outros. Com exceção de atribuir ao motorista o trajeto (como se fosse opção dele), também é meu sentimento de usuário. Não vejo sentido algum mais o desvio, mediante ao que as linhas enfrentam no trajeto. E realmente, além de mais demorado e desgastante para o motorista, é mais longo, conforme as imagens demonstram.

Enquanto que o trajeto da Guedes Pereira e Padre Meira é mais rápido e o trânsito flui melhor, o “desvio” tem suas complicações:

1º obstáculo – Logo na entrada da General Osório existe um território que quem determina o fluxo são os alternativos dominantes do local, tanto na esquina da rua Riachuelo como o da Irineu Pinto. Eles param em fila dupla para embarcar e desembarcar passageiros, congestionam o local, e além dos veículos particulares que também tentam seguir seu fluxo normal, no local também param os ônibus intermunicipais de Bayeux e Santa Rita. E como se não bastasse, carros particulares também estacionam do lado esquerdo. É muita dinâmica para pouco espaço, raramente vejo a Semob no local tentando colocar ordem;

2º entrave – É o menos complicado, mas que se agrava no horário de pico. Quem vem da General Osório já na altura da praça Venâncio Neiva, entra no fluxo da avenida Índio Piragibe. E em seguida vem o semáforo e a muvuca de quem vai entrar na avenida das Trincheiras. E logo em seguida tem outro semáforo, já no começo da Almeida Barreto, no cruzamento da Rodrigues de Aquino;

3º problema – A Almeida Barreto é uma avenida comercial e que enquanto o comércio funciona, além do fluxo constante de veículos, em ambos lados sempre tem carro estacionado e . Hora ou outra tem carro manobrando para estacionar ou sair, e por questão de bom senso e educação no trânsito, obrigatoriamente o fluxo de uma das faixas para. Também é muito comum ver caminhão carregando ou descarregando e carro particular na mesma situação estacionado em fila dupla, obstruindo o trânsito.

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É justamente esse cenário que o “desvio” encontra. E o pior de tudo é que não existe nenhum ponto de parada das linhas envolvidas ao decorrer do trajeto. Não adianta jogar a culpa exclusivamente nos motoristas pelo entrave apesar de terem sua parcela, mas é uma questão de inteligência por parte da Semob em analisar as peculiaridades dos trajetos das linhas. Pior para os passageiros e os motoristas que se estressam ainda mais nessa situação.

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Se os citados quiserem se manifestar a respeito o direito de resposta, esclarecimento ou seja lá o que for está garantido no portal.

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