Operadores da Unitrans assistem palestra sobre câncer de próstata

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João PessoaParaíba

Fonte: News Comunicação
Fotos: JC Barboza /  Divulgação


Muitas vezes, seja por medo ou por preconceito, o homem não procura ajuda médica para um problema de saúde que pode ter cura. Nesse contexto, o câncer de próstata é campeão dentre as doenças que se instalam e fazem diversas vítimas. Dados da Sociedade Brasileira de Urologia mostram que a cada dia morrem 35 homens por causa da doença, que esse é o segundo tipo de câncer que mais mata os homens, atrás apenas do câncer de pele e que de cada seis brasileiros que descobrem a doença, um morre em decorrência dela. E foi para alertar sobre a importância da prevenção e ajudar a derrubar o preconceito do exame digital, que os treinamentos do projeto ‘Operador em Ação’, deste mês, foi direcionado a saúde do homem, em apoio à campanha ‘Novembro Azul’. De ontem (23) até sexta-feira (27), a empresa realizará palestras com essa temática, direcionada para os motoristas, cobradores e manobristas.

E nesta segunda-feira (23), a palestra da manhã foi realizada pela fisioterapeuta da Faculdade Maurício de Nassau, Ellen Marie, que expôs a importância dos exames preventivos e abordou as formas de tentar evitar a doença. “É preciso realizar o preventivo com um urologista porque quando o homem apresenta sintomas, a doença já está um tanto adiantada”, disse a palestrantes, lembrando que o câncer de próstata tem de 80 a 90% de chance de cura quando é identificado em seu estágio inicial. “Por preconceito ou desinformação, geralmente o homem se preocupa quando já não consegue urinar direito ou quando está sentindo alguma dor. Mas, neste estágio, normalmente, a doença já está avançada e as chances de cura diminuem”, disse a fisioterapeuta. O ideal, segundo Ellen, é que após os 40 anos o homem realize o exame de próstata pelo menos uma vez ao ano.

O manobreiro da Unitrans, Valselito Donato, 51 anos, já fez exames de próstata e, anualmente, faz o PSA. Para ele, é besteira o homem encucar com o exame. “A saúde vem em primeiro lugar. Por isso o preconceito do exame não tem sentido. È só pensar que ele pode fazer diferença entre a vida e a morte que a pessoa cria coragem”, disse Valselito, que trabalha na empresa há 18 anos, elogiando a iniciativa da Unitrans de chamar atenção para um assunto tão importante.


De acordo com a apresentação de Ellen Marie, sintomas como urgência urinária, interrupção na micção, urinar várias vezes e em pouca quantidade, redução da distancia do jato de urina e a sensação constante de bexiga cheia são aspectos que devem ser examinados. “Nem sempre esses sintomas são de câncer de próstata. Às vezes é apenas um aumento da mesma e aumento prostático não significa câncer de próstata”, afirmou a palestrante, destacando que pode ser uma infecção, por exemplo, mas que o homem deve procurar ajuda médica para descartar um possível diagnóstico de câncer.


As palestras, realizadas no auditório da Unitrans, continuam todos os dias, pela manhã, as 8h30, com Ellen Marie, e à tarde, a partir das 15h30, com a fisioterapeuta Iviane Braga, também da Faculdade Maurício de Nassau.
Questionário

A Unitrans quer ouvir a opinião de seus colaboradores sobre as atividades do projeto ‘Operador em Ação’. Para tanto, durante toda essa semana de treinamentos, após o encerramento de cada palestra, os operadores estão sendo convidados a responder um questionário sobre o que acharam dos temas abordados em 2015, quais sugestões eles dão para as capacitações de 2016, o que eles aproveitaram dos temas trabalhados no dia a dia, entre outras questões. “Vamos formatar os treinamentos de 2016 e antes queremos conhecer a opinião de nossos colaboradores. Esse é o objetivo da aplicação deste questionário”, explica a psicóloga Mariangela Chaves.

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