Ônibus Paraibanos

Onde foi parar o ex-1429 da Rio Tinto

Fonte:
Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto: Josivandro Avelar
Fotos: Guilherme Estevam / Flávio Rodrigues Silva / Clemilton Rodrigues




Quem vê esse carro rodando na capital paulista, mais precisamente nos arredores
do Terminal Rodoviário da Barra Funda, não deve talvez imaginar que ele seja um
dos carros mais marcantes que já passaram na frota da Viação Rio Tinto.
Atualmente pertencente a um particular, marcou história na empresa paraibana.

Adquirido
em 1996 junto a outros veículos, como o 1402 e 1430, os veículos de carroceria
Marcopolo Viaggio GV 1000, sob chassi Scania F113HL, eram presença garantida no
Terminal Rodoviário e na BR-101 Norte. Eram de fundamental importância para a
Viação Rio Tinto operar as linhas que ligavam a capital paraibana a cidade que
lhe dá o nome, bem como a outros municípios como Mamanguape e Sapé.

Sua
saída da empresa se dá no início da década de 2010. A Rio Tinto renovara
massivamente sua frota para atender as linhas que antes eram operadas pela Boa
Viagem. Os Scanias 1429 e 1430 são vendidos a empresa Princesa do Longá, que
opera linhas intermunicipais no Piauí.

É
vendido no final do ano passado, e desde então, de propriedade de particular,
apareceu em vários outros locais, como Anápolis, em Goiás, até aparecer em São
Paulo, capital. A placa dele ainda consta como sendo de Teresina.
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2 comentários em “Onde foi parar o ex-1429 da Rio Tinto”

  1. Era um carro manco (e deve continuar sendo). Amarrado, andava quase nada esse Scania.
    Parece que a primeira vez que a RT tentou vender ele, acabaram devolvendo. Quando retornou, ainda rodou um período com a identificação da empresa em branco.

    1. William, acho que você se equivocou na sua informação. O carro que foi vendido e acabou sendo devolvido foi o 1402, que possuí a mesma configuração do 1429 porém bem mais velho. O 1402 era de 1992 e o 1429 de 1996.

      O 1402 foi vendido para a Princesa do Longá do Piauí junto com o 1429, 1430 e 1434, porém como num acidente o motor Scania original perdeu algumas peças, foi trocado por um motor de ferro velho que estava sem numeração. Ao chegar na empresa piauiense, ele foi devolvido pois como o motor não tinha numeração, não foi possível passar o veículo para o nome da empresa, por isso ele foi devolvido, tanto que ele chegou a rodar pela Rio Tinto com a pintura da Princesa do Longá. Já os demais, como não tinham problema algum, ficaram na empresa.

      Quanto ao desempenho, eu particularmente andei nele e conheço um motorista que era efetivo dele e nem eu e nem tem a reclamar do carro.

      Um forte abraço!!!

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