Usuário do transporte intermunicipal pode remarcar viagem se não houver assento disponível

Por Agepan
Imagem
Junior Almeida

Com a restrição temporária a 50% na capacidade dos veículos do transporte rodoviário intermunicipal, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan) orienta aos passageiros adotarem cuidados para uma viagem mais segura. Até o dia 4 de abril, por força do Decreto Estadual nº 15.638, esse serviço precisa seguir as determinações que garantam o distanciamento entre as pessoas, além de reforçar as medidas de biossegurança. “As empresas precisam cumprir as medidas determinadas, mas é indispensável que o usuário também faça sua parte, considerando que as medidas restritivas visam o bem-estar de todos”, ressalta o diretor de Transportes, Ayrton Rodrigues.

Se puder, remarque

Pelos próximos dez dias, os ônibus e micro-ônibus intermunicipais de linha regular e de todas as modalidades de fretamento só podem embarcar o equivalente à metade dos assentos disponíveis. Uma dica para quem não tem urgência e pode adiar uma viagem prevista em um trajeto muito requisitado é reprogramar para data futura.

Mesmo quem já tiver adquirido o bilhete, pode remarcar, sem custo, considerando que não estará disponível a quantidade regular de assentos normalmente vendida.

Antecipe a compra

Se a viagem for inadiável, procure adquirir o bilhete com a máxima antecedência, para evitar transtornos, visto que a empresa não poderá vender passagem além da capacidade de 50%.

Respeite as orientações sanitárias

Para quem embarcar, é essencial cumprir à risca as recomendações das autoridades de saúde, já amplamente divulgadas durante esse período de pandemia. Desde a ida ao guichê para comprar ou retirar um bilhete, passando pelo despacho de bagagem, deslocamento em paradas e desembarque, é importante procurar se manter afastado a, no mínimo, 1,5 metro das outras pessoas. Observe e respeite as sinalizações sobre as distâncias.

Aliado ao distanciamento, a higienização das mãos constantemente com álcool em gel ou água e sabão (nos sanitários e paradas) ajuda a diminuir o risco de contágio.

Não tire a máscara

O uso de máscara facial é obrigatório e vale para todo o percurso. No transporte aéreo, recentemente a Agência Nacional de Aviação Civil emitiu orientação específica sobre que tipo de proteção pode ou não ser utilizada. Máscara de tecido de apenas uma camada, lenços e bandanas, protetores de acrílico sem máscara por baixo, e protetores com válvula de expiração estão proibidos. No transporte rodoviário não há nenhuma determinação oficial sobre o tema, mas como as orientações para as viagens aéreas seguem recomendações científicas, esses também podem ser considerados os tipos mais seguros para viagens nas estradas: máscaras cirúrgicas, profissionais do tipo N95, PFF2, FFP2 e as caseiras, confeccionadas em tecidos como algodão e tricoline, desde que possuam mais de uma camada de proteção e ajuste adequado ao rosto cobrindo o nariz e a boca, sem aberturas que permitam a entrada ou saída de ar e gotículas respiratórias.

Assim como já é recomendado para as demais situações do dia a dia, é importante garantir a integridade da máscara de proteção. Na dúvida, tenha uma máscara reserva em um local de fácil acesso, especialmente se o deslocamento for longo.

Não aceite transporte clandestino

Com a oferta temporariamente reduzida, podem aumentar as propostas de transporte clandestino. O que parece uma “oportunidade” é, na verdade, um risco à segurança, à saúde e ao direito do passageiro de sair da origem e chegar ao destino como planejado. Em fiscalizações recentes, a Agepan vem flagrando situações como as de carros de aplicativo de Corumbá e Miranda em direção a Campo Grande, ou entre municípios da grande Dourados, assim como ônibus de fretamento também contratado por aplicativo.

“Se o transportador não é autorizado, significa que a empresa – ou a pessoa física responsável – não teve a documentação emitida, não passou por checagem, por vistoria veicular, não porta as devidas licenças e não tem compromisso com o serviço público de transporte de pessoas”, alerta o diretor da Agepan, Ayrton Rodrigues. “É um risco que não vale a pena correr, até porque não há nem mesmo a garantia de concluir a viagem, visto que numa fiscalização o veículo será autuado e pode ser retido ou apreendido”.

Denuncie

O usuário que tiver conhecimento, seja do descumprimento das normas por transportador regular ou da existência do transporte clandestino, pode denunciar à Ouvidoria da Agepan, pelos telefones (67) 3025-9534 e 3025-9535; o E-mail: [email protected], ou diretamente no sistema eletrônico e-Ouvidoria, no endereço eletrônico ouvidoria.agepan.ms.gov.br.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

ATENÇÃO: Este conteúdo é protegido.
Os primeiros Jum Buss 360 da Gontijo Repasses de Busscar da UTIL para a Brisa Ideale 1440 da Paraíba Turismo Paradiso DD da Itabus Ideale da VIX Logística Paradiso DD da Fabbitur Paradiso DD da Martinele Transportes Ideale da Tursan Turismo Comil Svelto da Viper Transportes Cidades com Tarifa Zero