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Transportes Paranapuan celebra 70 anos revivendo pintura histórica; Conheça a história da empresa

Por Ônibus Paraibanos
Imagens Marcos Vinícius Perez Corrêa / Blog RiÔnibus Antigo

Nesta segunda-feira, uma das mais tradicionais empresas de ônibus da capital fluminense completa 70 anos, a Transportes Paranapuan, responsável por diversas linhas municipais que atendem o bairro da Ilha do Governador, na Zona Norte Carioca.

Para comemorar essa data, a empresa, que faz parte do Consórcio Internorte do sistema de transporte urbano do Rio de Janeiro, fez uma pintura retrô em um dos seus veículos, o Caio Apache Vip B10188 que começa a circular nas linhas da empresa.

“Traços que, da década de 70 até o início dos anos 2000, foram o padrão dos nossos veículos. O degradê voltou, porém com uma faixa branca separando cada cor, traduzindo uma consciência de responsabilidade, onde precisamos manter o distanciamento social.”, disse a empresa sobre a pintura retrô em um texto postado em suas redes sociais.

Vamos reproduzir uma matéria postada pelo Blog RiÔnibus Antigo com pesquisa de Eduardo Cunha e Claudio Falcão em dezembro de 2015, aonde todos poderão conhecer um pouco mais da história da empresa insulana.

Transportes Paranapuan S.A.

A Paranapuan teve seu começo meio conturbado, pois como comprou veículos novos e zero quilômetro, não queria colocá-los em circulação, enquanto a Ilha do Governador não tivesse ruas e avenidas asfaltadas e adequadas para que os seus ônibus circulassem. Em outras palavras, não adiantava ter ponte sem ruas apropriadas, o que levou quase dois anos.

Enquanto isso, paliativos foram tomados, como já vimos nas matérias da Continente-Ilha e da EMO, além de alternativas, como citaremos adiante. A principal delas foi essa decisão, registrada no DOU/DF, do qual retiramos o que consideramos mais importante.

“TRANSPORTES PARANAPUAN, SOCIEDADE ANÔNIMA (Em incorporação)

PROSPECTO

A cidade do Rio de Janeiro, Capital Federal do Brasil, aumenta sua população em proporção superior ao desenvolvimento de sua área construída e urbanizada, resultando a atual deficiência de habitação e transportes.

Procurando resolver os problemas de transportes, muito tem feito a administração municipal e os particulares concessionários de serviços públicos. A ponte ligando a Ilha do Governador ao Continente ofereceu grandes áreas habitáveis à cidade, surgindo consequentemente a necessidade de transportes terrestres entre a Ilha e o Continente.

Duas empresas, a Viação Continente-Ilha Ltda. e a Empresa Municipal de Ônibus S. A. já realizam serviços regulares de ônibus entre a Ilha e o Continente. Entretanto, o crescente desenvolvimento da Ilha do Governador exige a ampliação do serviço de transportes para o Continente, pelo que as duas empresas concessionárias supracitadas, pelos seus responsáveis com o conhecimento das autoridades municipais, resolveram concordar com a incorporação de uma empresa única — a Transportes Paranapuan S. A., usando a antiga denominação indígena da Ilha do Governador, cuja subscrição de capital oferecemos ao público com o presente Prospecto e Projeto de Estatutos, passando às declarações exigidas pela Lei das Sociedades Anônimas.

  1. a) A Sociedade será constituída por subscrição pública, com o capital de Cr$ 15.000.000,00 (quinze milhões de cruzeiros), realizado parte em bens, direitos, e moeda corrente nacional em dez parcelas iguais, mensais e
  1. b) Os bens serão os componentes, do ativo da companhia Continente-Ilha Ltda., avaliados de acordo com a Lei, e a concessão da linha outorgada à Empresa Municipal de Ônibus S. A., ambas empresas atualmente em pleno funcionamento, conforme concessões  municipais nos termos do ofício abaixo transcrito:

SECRETARIA GERAL DE VIAÇÃO E OBRAS

Departamento de Concessões

“Destinatário”

Sr. Diretor da Empresa Municipal de Ônibus S. A.

Ofício n.° F0-149, de 19-7-49.

Comunico-vos que o Sr. Prefeito, em despacho de 28 de junho último, exarado no processo 7.305.542-49, aprovou a petição conjunta dessa empresa e da empresa Viação Continente-Ilha Ltda., ficando assim homologado o acordo entre as duas empresas e aprovadas as providências sugeridas para a exploração regular do transporte em ônibus entre o Continente e a Ilha do Governador, por meio de uma empresa única (Sociedade Anônima) – a ser organizada especialmente para este fim.

Nessas condições e nos termos do acordo firmado entre as duas empresas, o serviço de ônibus para a Ilha do Governador ficará a cargo dessa empresa até que a empresa, a única, em organização possa tomar conta do serviço em apreço. “Essa empresa executará o transporte em ônibus de acordo com o oficio F0-92, de 28 de abril deste ano”.

Saudações

(Assinado) Marcello Carneiro de Mendonça, Engenheiro-Chefe do Serviço de Ônibus, Matrícula 4.593…” (1)

Consultando os primeiro contrato social da Paranapuan, vemos que os proprietários eram os mesmos da EMO (que tinham também a TURI, com as mesmas cores e ônibus Scania Vabis) e provavelmente a Continente-Ilha.

Durou pouco a atuação da EMO no sistema de transportes na Ilha do Governador. No final de 1950 já se organizara uma nova empresa, a Transportes Paranapuan S/A, de propriedade dos irmãos Romeu e Adolfo Cerante. Ela utilizou durante alguns anos a antiga garagem dos ônibus do Sr. Emygdio (EMO), na Praia do Galeão, nº 104. O abastecimento dos veículos era feito nesta garagem durante a viagem regular, na maioria das vezes com o ônibus lotado de passageiros. Os ônibus, de cor creme, eram todos chassi Scania Vabis, da década de 40, com carrocerias Grassi. Para dar a impressão de que dispunha de uma frota considerável de veículos, a empresa os numerou somente com números pares, e assim mesmo salteando alguns, por exemplo, do número 60, pulava para 74. Havia 3 Aclo na frota, o 28, o 30 e o 32 (2).

A seguir uma frota de 6 chassis Scania, chegando à Ilha para serem encarroçados e compor a frota da PAN. Como mostra a faixa nos chassis, presenteados por um candidato a vereador aos moradores da Ilha.

Eram três as linhas exploradas pela Paranapuan:

6 – Praça XV de Novembro x Freguesia (na realidade o ponto final era no Bananal);

7 – Praça Mauá x Ribeira e

8 – Praça Mauá x Freguesia.

Seções/preços da linha 6:

Freguesia – Galeão – Cr$ 2,00;

Freguesia – IAPETC – Cr$ 2,50;

IAPETC – Praça XV – Cr$ 3,00;

Freguesia – Praça XV (Direta) – Cr$ 4,50.

Esses preços foram em 1954, pois do final deste em diante a passagem direta passou a ser de Cr$ 5,50 (2).

Agora, após a inauguração das 3 linhas com seus devidos itinerários definidos, seguem imagens dos veículos encarroçados Grassi/Scania Vabis, no ano de 1952.

Nota do Editor: Comentário do historiador Jaime Moraes → “Na frente do Scania Vabis, no Bananal, meu cunhado, motorista da Paranapuan.”

O texto a seguir faz referência a parte da ata de uma reunião dos acionistas da empresa, ocorrida em setembro de 1953.

“TRANSPORTES PARANAPUAN S.A. – ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 30 DE SETEMDRO DE 1952

Aos trinta dias do mes de setembro de mil novecentos e cinquenta e tres, as quatorze horas, na sede social, a praia do Galeao n.° 130, nesta, presentes todos os acionistas da sociedade, firma, representando a totalidade do capital social, conforme assinatura no  livro de presença e nesta ata, foram abertos os trabalhos da assembleia geral extraordinaria, sob a presidencia do acionista Romeu Cerante, servindo de secretario o acionista Aurelio dos Santos Machado. De ordem do Sr. Presidente, o Sr. Secretario faz a leitura do edital de convocacao da presente assembleia, Diario Oficial publicado em 17 de setembro de 1953, e no ‘Jornal do Commercio’, de 14, 15, 16 e 17 de setembro de 1953, na forma de acionistas quanto a ordem do dia a lei. Reiterados, por essa forma, ao deliberar, o Sr. Presidente suspende os trabalhos por dez minutos, reabertos, procede-se a votação e, com os escrutinadores Jose Costa Ralam e Aprilio Dutra, procede-se a apuração dos votos, verificando-se terem sido eleitos os seguintes Diretores: Romeu Cerante, para o cargo de Presidente; Adolfo Cerante, para o cargo de Tesoureiro e Aurelio dos Santos Machado para o cargo de Secretario, sendo logo empossados nos respectivos cargos. Nao tendo sido indicados, nem eleitos Diretores para os cargos de Superintendente e de Diretor-tecnico, o acionista Alberto Cerante e o acionista Romeu Cerante propõem que ambos fiquem exercendo, em carater provisorio os cargos de Superintendente e de Diretor-tecnico, ate que a Assembleia possa deliberar efetivamente sobre os referidos cargos.

Submetida a proposta a discussão e, em seguida, a votação, foi aprovada, com o esclarecimento de que os referidos acionistas nada perceberão, além das vantagens dos cargos efetivos, qualquer remuneração. Passando, depois, a segunda parte da ordem do dia, o Sr. Cerante manda proceder a leitura do relatório da Diretoria sobre operações praticadas no periodo que decorre da data da terminação do mandato até a presente data, para deliberação da Assembleia. O acionista Antonio Cerante propõe, então, a dispensa do referido item da ordem do dia, visto que, os mesmos … (interrrompido o conteúdo total do texto, devido a sua não necessidade).” (3)

Imagem do carro 32, um Aclo, encarroçado Grassi, de 1953.

Ônibus Aclo-Grassi – 1953

Agora temos uma das primeiras reclamações enviadas à PAN, com relação à mudança de itinerário da linha Praça Mauá x Ribeira.

(Gazeta de Notícias, 24/06/1954)

E, então, a partir de 1955, a Paranapuan arriscou expandir seus domínios para além da Ilha, inaugurando a linha 200 – Castelo x Marechal Hermes.

Seu itinerário era: Marechal Hermes, Deodoro, Av. das Bandeiras, Av. Brasil, Av. Francisco Bicalho, Av. Presidente Vargas, Praça Pio X, Rua 1º. de Março e Castelo. Na volta, Av. Nilo Peçanha, Av. Rio Branco, e o resto o mesmo itinerário da ida. Sua passagem era preço único de CR$ 8,00 (oito cruzeiros).

Devido a essa linha ser fora da Ilha, automaticamente longe de sua garagem, ela alugou espaço em um posto para guardar seus ônibus que sairiam de Marechal Hermes, pela manhã. Essa garagem era a Auto Diesel, um nome conhecido dos busólogos, e que posteriormente assumiu a operação da linha 200, provavelmente até 1956/7.

(Diário da Noite, 05/09/1955)

Foi provavelmete este o início dos transportes coletivos na Auto Diesel, visto que o local onde os ônibus da PAN foram guardados era a garagem Posto Auto Diesel Ltda., nome da primeira razão social da Auto Diesel.

Temos um problema da Justiça Federal, que quer que as empresas reajustem os salários dos profissionais das empresas de ônibus, mas para que isso aconteça haverá uma consequência mais grave, que é o aumento das passagens para um valor incompatível com o público. Então, cria-se o impasse, aumento de classe com repasse para o público ou paralisação dos ônibus do Rio. Leiam matéria onde são citadas a PAN e a Nacional.

(Diário da Noite, 14/03/1956)

Percebemos que o ano está repleto de problemas e reclamações contra a PAN, envolvendo a mudança do ponto final para a Praça XV, inclusive a criação da linha 200.

Na década de 50, mais especificamente em 1957, a empresa adquiriu os famosos papa-filas, para a nova linha 208 – Praça XV x Bancários, atendendo Guarabu, Cacuia e Cocotá. Esse tipo de ônibus compunha-se de um cavalo-mecânico, no caso Scania Vabis, tracionando um reboque “Fruehalf Trailer, Semi-Trailer” com carroceria Grassi, tendo capacidade para transportar 200 passageiros de cada vez.

Anexo um modelo do veículo citado, com a numeração definitiva de 1955, 10.0XX.

Papa-filas Grassi

Apesar das reclamações de passageiros, um repórter comprova vários ônibus na garagem parados e um papa-fila trafegando vazio já na linha 6, devido a escassez de passageiros.

(Diário da Noite, 04/12/1957)

Normalmente apesar de ser como uma gozação, charges têm um fundo muito forte de picardia, e aqui temos um bom exemplo em uma, para um papa-fila da empresa. Podemos notar que a carroceria está remendada e furada, com direito a chuva e guarda-chuva e para piorar o cavalo-mecânico foi substituído por dois prováveis jumentos, não sabemos para quem ou o que foi a alusão, ou se simplesmente pela morosidade estampada de 1:20 minutos pelo percurso da Cidade à Ilha, como também a capacidade de lotação de 200 passageiros, que, se não for uma linha direta, levará muito tempo embarcando e desembarcando os mesmos.

(Periódico desconhecido, 26/02/1959)

No recorte a seguir, temos a confirmação por parte da empresa, da retirada de circulação em agosto de 1959, da linha 208, devido aos motivos apresentados em uma petição entregue ao Departamento de Concessões.

(Diário da Noite, 04/08/1959)

Entre os problemas relatados está a grande dificuldade de manobra com os papa-filas, em quase toda a Ilha – o que seria solução, acabou atrapalhando –, inclusive os da 208 foram substituídos por convencionais Volvo/Carbrasa e, quase logo após a substituição, a linha quase foi desativada. Foi oferecida à TURI, em 1959, mas devido à quantidade de reclamações em relação aos velhos e poucos veículos utilizados, convidaram a Ideal para operar a linha, que o fez a partir da década de 60 (2).

A década de 50 acaba para a PAN com um carro acidentado, batido em um poste em dezembro, pertencente a uma linha até então desconhecida para nós, a 206 – Castelo x Bananal. Ou seja, podemos afirmar que nesse ano e até 1962, coexistiram as linhas 6 e 206, quando a 6 foi extinta e a 206, em 1963, transformou-se em 328.

(Última Hora, 17/12/1959)
Ficha dos anos 50-60

No decorrer dos anos 60, já com sua nova garagem na Estrada do Galeão, nº 178, a PAN incorporou novas linhas e explorou novos horizontes, além da troca de numeração das linhas que já tinha.

As linhas 6, 7 e 8, foram extintas no começo da década (1962), pois já existiam a 206 e a 208. A 206 foi substituída pela 328, e a 208 foi passada em 1959 para TURI e Ideal.

Em 1960 foi criada a 202 – Castelo x Zumbi.

Em 1961 foi adquirida a S-26 – Praça Saenz Peña x Cocotá, que provavelmente foi inaugurada em 1960 pela Estrela do Norte, tornando-se a 634.

Em 1963, uma arriscada escapada para ligar a Ilha à Zona Sul, que não deu resultado esperado, e foi suspensa a concessão da linha 492 – Praça Serzedelo Corrêa x Zumbi.

Em 1964 a PAN resolve ir para o subúrbio, e inaugura a 910 para Vila da Penha e depois Madureira, vindo do Bananal (4).

Seguem imagens de fichas usadas na S-29, na 322, na 328, na 634 e na 910.

Mais uma matéria paga ou carta-resposta é publicada, desta vez referindo-se à linha 322.

Por volta de 1973 obteve concessão da linha 901 – Bonsucesso x Bananal, oriunda da Empresa de Transportes Guanabarina Ltda. (4).

Em matéria publicada sobre a Ilha é citada a exploração de linhas irregulares, nos bairros de Tubiacanga e Itacolomi, por um trecho menor do que as linhas regulares, 913 e 914 da Paranapuan, e que são operadas por uma empresa “desconhecida” e sem identificação. Além dessas linhas, havia também entre os dois bairros citados acima uma linha de individuais, também irregulares.

Nota do editor: Em 1975, durante umas férias que vim passar no Rio, fui à casa de um amigo em Tubiacanga, que era um bairro residencial somente para pessoal da Aeronáutica, da base do Galeão. Quando estava voltando, vi um micro Metropolitana, de duas portas, pintado na cor cinza com o prata da carroceria, tendo numeração de dois algarismos, no letreiro Tubiacanga, e no disco havia a identificação de Viação Nossa Senhora de Lourdes S/A, a mesma da 622, só mudava a cor da pintura e sem número de linha, apesar da capelinha. Aparentavam ser carros inteiros e não tão velhos, talvez mais desgastados devido ao chão muito esburacado até a Av. do Galeão. Soube que explorava duas linhas, esta e a de Itacolomi, saindo do Galeão.

A citação dada pelo JB, sobre não ter identificação, pode se referir a uma época anterior a essa em que fui, quando soube por terceiros que a TRANSCOOPASS, cooperativa de táxi do Aeroporto do Galeão, operou linhas de lotações para os dois bairros, partindo do Galeão.

Por esses dois recortes, podemos identificar quais linhas de frescões a Paranapuan operou.

Na década de 90, recebeu da CTC a M93 – Maria da Graça x Cocotá.

Com as alterações efetuadas neste século, a PAN passou a integrar o consórcio InterNorte e opera com o registro B10.0XX.

Linhas operadas pela empresa:

– 1949, 6 – Praça XV de Novembro x Freguesia (na realidade o ponto final era no Bananal), extinta em 1962;

– 1949, 7 – Praça Mauá x Ribeira, extinta em 1962;

– 1949, 8 – Praça Mauá x Freguesia, extinta em 1962;

– 1955, 200 – Castelo x Anchieta, repassada em 1956;

– 1957, 208 – Praça XV x Bancários, repassada em 1959;

– 1959, 206 – Castelo x Bananal, transformada em 1964 em 328, que opera até hoje;

– 1960, 202 – Castelo x Zumbi, transformada em 1964 em 204 e posteriormente em 322, que opera até hoje;

– 1961, S-26 – Praça Saenz Peña x Freguesia, transformada em 1964 em 634, que opera até hoje;

– 1963, 492 – Praça Serzedelo Correia x Zumbi, extinta em 1963;

– 1964, 910 – Bananal x Vila da Penha e depois Madureira, que opera até hoje;

– 1973, 901 – Bonsucesso x Bananal, que opera até hoje;

– Década de 90, M93 – Maria da Graça x Cocotá e

Várias linhas de ‘frescão’ para a Ilha e aeroportos.

Referências:

(1) – DOU/DF, 13 de agosto de 1949;

(2) – Informações obtidas através de contatos com o historiador Jaime Moraes;

(3) – DOU/DF, setembro de 1952;

(4) – DOU/RJ, várias datas.

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