Ônibus Paraibanos

Um ex-Itapemirim de Sapé para os quatro cantos da Paraíba

Por Ônibus Paraibanos
Imagens Diego Almeida Araújo / Anderson Oliveira da Silva /  Divulgação

Não é dificil encontrar um ônibus que já compõs a frota da Viação Itapemirim operando no turismo em todo o interior do país, na Paraíba então, nem se fala. Você acha Tribus I ou II, Superbus, monoblocos Mercedes-Benz e até mesmo Marcopolo Paradiso, como o que achamos e vamos trazer para vocês hoje.

Sapé, distante cerca de 48 km da capital paraibana, é a cidade onde está sediada a empresa Martins, pertencente ao Sr. Damião e que possui cinco ônibus operando no fretamento contínuo e eventual, além do transporte escolar para prefeituras. A sua frota é composta por quatro veículos urbanos, que vai do Amélia até o Viale e um rodoviário, um Marcopolo Paradiso com chassi Mercedes-Benz O-370 RSD, o principal carro da frota da empresa.

Esse Paradiso tem uma história bem interessante. Apesar de ser um modelo que começou a ser produzido nos anos 2000, sua história começa em 1987 quando a Itapemirim o adquiriu como um monobloco Mercedes-Benz O-370 RSD e que tempos depois passou por uma reforma e recebeu a “cara” do monobloco O-400, último modelo de monobloco produzido pela Mercedes-Benz no país. Seu prefixo nessa época era 40717 e integrava a frota do serviço StarBus da empresa capixaba.

Em meados dos anos 2000, reencarroçou vários chassis de antigos ônibus de sua frota e um deles foi o que equipava o 40717, que recebeu a carroceria do modelo Paradiso G6 1200 HD passando a integrar o serviço Climm da Itapemirim com o prefixo 8085. Após o reencarroçamento, ele deixou de ter ar condicionado.

Após a Itapemirim vendê-lo, ele já integrou a frota da Stephanny Turismo e já esteve a serviço da Transbrasil até chegar na frota da Martins aonde faz várias viagens como as que ilustram essa matéria.

7 comentários em “Um ex-Itapemirim de Sapé para os quatro cantos da Paraíba”

      1. Pelo um simples fato óbvio, monoblocos não tem chassis. A sua estrutura é o chassis. O que é possível é a retirada do motor. Mais chassis não, pois eles não tem.

  1. O que eu sei no caso da mirim pois conheço pessoas pessoas que trabalharam lá, é que na fábrica da tecnobus, tinha uma grande variedade de chassis Mercedes virgem, sem numeração alguma. Eu acredito que alguns ônibus que sofreram acidentes, como esse da matéria e aquele de Barro CE, foram remarcardos em chassis virgem que estavam na fábrica. Mais isso é um pensamento meu. Somente alguém de dentro da mirim pode explica o que de fato fizeram. Mais reencarroça monobloco Isso eu sei que não tem como.

      1. Remarcado mantém a mesma placa, só adiciona no documento a sigla rem. Como disse acima, me referi ao que penso sobre o que pode ter acontecido no caso da mirim. Na São Geraldo não imagino o que foi feito. Voltando a mirim pedi a um grande amigo que trabalha lá pra tentar esclarecer essa informação pra nós. Quando ele consegui eu aviso aqui ou no e-mail de vcs. Esse assunto já foi motivo de debates em outros sites e nunca se chegou a uma conclusão. Mais o que eu descobrir eu aviso.

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