Seis ônibus com ar já estão em Rio Preto

Secretário afirma que ônibus só serão usados quando todos os veículos chegarem

Por Diário da Região
Imagem Divulgação

Ônibus com ar-condicionado que serão utilizados no transporte coletivo de Rio Preto começaram a chegar a Rio Preto nesta segunda-feira, 1º. Os veículos estão na garagem da Circular Santa Luzia, mas não serão colocados nas ruas à disposição da população. Isso só irá ocorrer quando todos os ônibus que estão previstos nesta etapa chegarem. São 36 veículos, 23 da Circular e 13 da Expresso Itamarati, a outra concessionária responsável pelo transporte coletivo na cidade.

Mais seis ônibus da Circular devem chegar nesta semana e o restante na próxima. Os veículos da Itamarati tiveram atraso e devem ser fabricados só nesta semana. Os carros são produzidos em fábrica da Marco Polo, em Xerém, no Rio de Janeiro.

“Chegaram alguns ônibus que ainda precisam de toda documentação e de emplacamento. Quando os 36 estiverem prontos, serão apresentados e então entram em operação”, afirmou o secretário de Trânsito, Amaury Hernandes. Segundo ele, as linhas com maior quantidade de passageiros terão os veículos com ar-condicionado. Os ônibus chegaram sem alarde. Nem a Prefeitura nem a Circular autorizam imagens do veículos.

Na última sexta, 29, o município divulgou que os veículos estarão em operação até o final do mês. Os ônibus da Itamarati só devem chegar a Rio Preto na segunda quinzena.

Segundo a Prefeitura, os novos veículos representam 15% da frota de 250 ônibus.

A instalação de ônibus com ar-condicionado foi promessa de campanha do prefeito Edinho Araújo (MDB). O modelo foi anunciado no início deste ano, quando Edinho autorizou o reajuste na tarifa de transporte coletivo, em 4 de janeiro. Na ocasião, o município divulgou que os veículos entrariam em operação até o fim do primeiro semestre, o que não aconteceu.

Cada ônibus tem custo de cerca de R$ 350 mil para as empresas. Segundo a Prefeitura, os novos veículos serão incorporados na frota gradualmente, em substituição aos atuais, que podem ter no máximo dez anos de uso.

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