CFO-SE completa 15 anos

Por Ônibus Paraibanos
Imagens Acervo CFO-SE

Hoje, 15 de agosto, o Clube dos Fanáticos por Ônibus de Sergipe ou  simplesmente CFO-SE, completa 15 anos de existência, sendo referência no hobby não são só em Sergipe, mas como em todo o nordeste.

A história do CFO-SE começou no dia 14/8/2003 quando um dos membros, o Edcarlos dos Santos Rodrigues estava andando de bicicleta com sua câmera e resolveu ir até a garagem da São Geraldo e se deparou com Márcio Ramos que trabalhava lá no setor de tráfego e perguntou se podia tirar fotos dos ônibus que estavam naquele momento na garagem. Aí então, o Márcio falou que também era fã de ônibus e que tirava foto também.

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Daí, Edcarlos entrou na garagem e Márcio conversou com o gerente para autorizar as fotografias e depois de muita conversa, ele foi pra casa e pensou em criar um clube para achar outros colecionadores e foi procurar em revistas se havia outros clubes pelo Brasil. Só conhecia o primeiro clube do ônibus, então resolveu criar o CAO  – Clube dos Apaixonados por Ônibus.

Ed achou estranho o nome, e decidiu criar, no dia 15/8/2003, o CFO – Clube dos Fanáticos por Ônibus. Na tarde do dia 15,  Edcarlos foi na garagem da São Geraldo e perguntou se Márcio queria fazer parte do CFO.

Logo depois, conhecemos um dos mais antigos busólogos de Sergipe, Salomão Souza, que foi integrado ao clube. Posteriormente veio Edwin e em seguida, através da revista de bordo da Bomfim, em um desenho, conhecemos José Franca. Logo depois veio José Acácio e Rodrigo Lino. Em seguida Luan Santos, Silvanio Oliveira, Weiller Alves e por último Wallace Silva.

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A sigla SE foi acionada 2 anos depois por ideia de José Franca para definir o local que o Clube era se tornando CFO-SE, Clube dos Fanáticos por Ônibus de Sergipe.

Ao longo desses 15 anos, o CFO-SE teve várias logomarcas, sempre traduzindo o que o clube mais gosta: Ônibus.

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A paixão pelos ônibus talvez tenha explicação na nossa própria infância quando aos olhos dos pequenos a visão do carro chega a ser algo lúdico mágico e imponente.

Gostar verdadeiramente do que se faz é um privilégio que muitos perseguem e poucos alcançam. Profissionalmente, quando isso acontece pode ser considerado uma verdadeira bênção já que se junta a paixão que se tem, ao ofício escolhido o que se faz da vida um grande e interminável prazer.

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