Para a MAN, 2018 chega com um cenário otimista

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De Revista Auto Bus
Imagem Divulgação

Malagrine

Para a MAN Latin America, detentora da marca Volkswagen Ônibus, os números de 2017 revelam que o ano de 2018 tende a uma maior recuperação do segmento, com o crescimento dos negócios, diferentemente do que aconteceu em 2016 e o próprio ano que passou. Para Jorge Carrer, gerente executivo de Vendas de Ônibus da MAN Latin America, o novo ano já mostra em seu início um ânimo bem diferente em relação aos anos anteriores. “O mercado geral em 2017 cresceu cerca de 5,6% em volume de vendas e a MAN teve uma expansão de 21% na comercialização de chassis. Foram emplacadas quase 2.200 unidades de nossa marca no ano passado e nossa participação no market share pulou de 16,1% para 18,5%”, ressaltou o executivo.

Em termos de segmento, 90% de suas vendas foram de modelos com motorização dianteira, incluindo as versões de 15 e 17 toneladas, além dos micro-ônibus e veículos escolares. Para 2018, Carrer acredita que uma série de circunstâncias neste ano levarão o mercado a ter um crescimento, supõe, de 20%, apesar de alguns problemas que o Brasil ainda enfrenta. “Não seria de se estranhar esse crescimento na faixa de 20% em função de alguns fatores, como a melhora gradativa da economia brasileira, algumas importantes licitações do transporte urbano, o programa Caminho da Escola e outros estaduais e até uma certa expansão do setorde fretamento”.

Quanto ao financiamento próprio para seus clientes, a MAN destacou que está habilitando seu banco Volkswagen para poder participar do programa Refrota, com um maior esforço para atender o setor.

Em linha com o que está acontecendo no mercado e toda sua perspectiva para inovações, o gerente da MAN observou que algumas novidades devem chegar neste ano para responder à algumas demandas urbanas, como a sustentabilidade ou então para o transporte de maior volume de passageiros. “Estamos olhando para diversas frentes, com novos desenvolvimentos, como um chassi articulado com motor dianteiro e até estudos para a tração alternativa, como também variações do atuais modelos que oferecemos no mercado atualmente”, disse Carrer.

No tocante aos maiores ônibus urbanos, do tipo articulado, há uma possibilidade de uma nova e maior versão, com piso baixo e motorização traseira, ser apresentada ao mercado, muito em função da licitação do transporte paulistano. Isso ainda demanda de estudos de mercado para atender o Brasil, como também outros países clientes da fabricante.

Um novo modelo de ônibus rodoviário também não sai do radar da montadora. De acordo com o executivo da MAN, é um produto que exige um desenvolvimento trabalhoso e mais caro em relação a outros modelos. Porém, o objetivo é entrar no mercado brasileiro com um veículo adequado e competitivo ao setor.

Além de veículos, a tecnologia da telemetria (monitoramento da operação) é outro aspecto que receberá uma atenção especial por parte da MAN, que trabalha para oferecer uma solução capaz de ser favorável ao que o cliente necessita em seus serviços. “Visamos disponibilizar ferramentas eletrônicas que otimizem a gestão operacional e soluções corporativas por meio de uma plataforma que receba aplicativos de qualquer categoria para informações com nossos produtos”, concluiu Carrer.

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