Mercedes-Benz vende para uma das maiores viações do Brasil e projeta crescimento

por:

BahiaChassisEuro V

De Bus Club Mercedes-Benz
Imagem JC Barboza

Uma das maiores viações do Brasil, a Águia Branca, adquiriu 12 chassis O 500 RSDD 8×2 para carroçarias de 15 metros, na versão Double Decker.

“A empresa capixaba agora conta com 20 unidades do RSDD e uma oferta diversificada de conforto aos passageiros”, diz Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing de Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.

São duas categorias de serviço num mesmo ônibus: seis poltronas leito-cama com reclinação de 180 graus na parte inferior e 44 poltronas semileito no piso superior.

“A configuração de 4 eixos garante mais estabilidade e desempenho durante as viagens, com uma operação segura e econômica, além da suspensão inteligente e confiável”, afirma Renan Chieppe, diretor geral da Divisão Passagens da Grupo Águia Branca.

“Os veículos O 500 também se destacam por agradar aos motoristas. O câmbio totalmente automatizado, sem pedal de embreagem, amplia o conforto de dirigibilidade, além de reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes”, completa.

Com sede na cidade de Cariacica, a Viação Águia Branca transporta aproximadamente 11 milhões de passageiros por ano e atende a cerca de 700 localidades. São mais de 330 linhas interestaduais e intermunicipais das regiões Sudeste e Nordeste.

Os ônibus O 500 RSDD Double Decker interligam, por exemplo, cidades como Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Seguro e Vitória da Conquista.

A empresa integra o Grupo Águia Branca, um dos maiores conglomerados empresariais do País, com 70 anos de atividade.

A frota é composta por 800 ônibus na alta temporada, todos da Mercedes-Benz.

Crescimento

No primeiro trimestre deste ano, a companhia vendeu 450 chassis da linha rodoviária. A expectativa é alcançar cerca de 50% de participação no mercado em 2017.

Entre os fatores que deverão impulsionar o crescimento nas vendas é a nova legislação, que autoriza a utilização de carroçarias com até 15 metros de comprimento.

“Isso significa aumentar a capacidade de transporte de passageiros e mais espaço para bagagens e encomendas, otimizando o custo da operação para as empresas de transporte”, afirma Walter Barbosa.

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