PRF nega ação política ao fiscalizar ônibus com manifestantes na Paraíba

Fonte: PB Agora
Fotos PRF-PB

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Em nota encaminhada à imprensa na noite de sexta-feira (18), a Polícia Rodoviária Federal confirmou a abordagem a cinco ônibus que conduziam passageiros para as manifestações em prol do governo em João Pessoa, mas negou que houvesse cunho político na fiscalização, como fizeram crer algumas postagens em redes sociais.

Segundo a PRF, a fiscalização se deu por irregularidades graves nos veículos, como pneus carecas e motoristas sem habilitação, por exemplo.

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A fiscalização aconteceu na BR 230, na região metropolitana de Campina Grande. Os ônibus se dirigiam para João Pessoa, e após a substituição dos pneus ou apresentação de condutor habilitado, os veículos foram todos liberados e puderam seguir viagem.

Leia, a seguir, a íntegra da nota:

“Em virtude de falsas notícias que estão sendo divulgadas nas redes sociais, onde o assunto gira em torno do FALSO BLOQUEIO, promovido pela PRF, à ônibus com manifestantes que seguiam pela BR 230, do interior da Paraíba, com destino a capital, João Pessoa, esclarecemos:

O fato – Na tarde de hoje (18), na BR 230, em Santa Terezinha, Região Metropolitana de Campina Grande, a PRF abordou cinco ônibus que conduziam passageiros que iriam participar de manifestações democráticas na capital paraibana.

O motivo – O estado de má conservação dos ônibus era tão visível que a PRF não poderia omitir-se em fiscalizá-los.

Os problemas – Foram constatadas irregularidades muito graves em alguns dos veículos e condutores, tais como: pneus completamente lisos (carecas) e motorista sem habilitação para dirigir. Só estes dois fatos já são suficientes para inviabilizar qualquer viagem, pois a segurança de todos os ocupantes estava correndo grande risco. Pneus, nas condições que foram encontrados, poderiam estourar a qualquer momento, gerando risco de perda de controle e capotamento do ônibus. Um condutor sem habilitação (carteira de motorista) não está legalmente nem tecnicamente apto para dirigir qualquer veículo; sobretudo um coletivo com dezenas de vidas humanas dentro dele.

As providências – A PRF autuou todas as irregularidades encontradas. Solicitou a apresentação de um motorista habilitado, orientou que os pneus fossem substituídos, além de outras irregularidades encontradas. Tão logo as exigências foram atendidas, os ônibus, com todos os passageiros, seguiram viagem com destino a João Pessoa. Só que, então, com a garantia da segurança; a garantia da preservação de vidas.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), instituição com 88 anos de existência, e que goza do mais alto prestígio junto a população brasileira, prima pelo serviço respaldado pela ética e profissionalismo e, por isso, jamais faria qualquer tipo de ação de fiscalização seletiva; sobretudo, que tivesse conotação política. Mas algumas pessoas usaram a ação de fiscalização aos ônibus para dar uma conotação distorcida ao que de fato aconteceu, com o único objetivo de usar o fato como capital político. Mas não conseguiram. A PRF, no cumprimento do seu dever legal, jamais entrará no mérito político, em qualquer tempo, pois é uma instituição que tem como objetivo servir a todos os brasileiros, indistintamente de ideologia, credo, sexo ou cor.”

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