Falida há três anos, Riograndense já fez grandes renovações

Fonte:
RN Ônibus Clube
Foto: Acervo Unibus RN



Na última semana, uma data simbolizava a vida de muitos natalenses: 12 de
agosto. Há três anos, a data caía em um domingo, marcado para o transporte
local, com a falência da empresa Viação Riograndense. Fundada em 1951, foi à
primeira empresa do Rio Grande do Norte, e atuava no setor de transporte
urbano, metropolitano, rodoviário e turismo.

Em
12 de agosto de 2012, os funcionários da empresa foram surpreendidos ao
chegarem à garagem para trabalhar, e serem informados que parte dos carros
haviam sido levados embora durante a madrugada e a empresa não iria mais
operar. Não suportou suas dívidas.
 
Apesar
da falência, a história da Riograndense é de grandes conquistas, sempre
buscando respeito por seus clientes em inovações e renovações de frota.

Nas
imagens em destaque de hoje, as fotos são de 1991, quando a empresa completou
40 anos de existência. A Divemo, concessionária Mercedes-Benz em Natal na
época, publicou o anúncio da entrega de um lote de nove veículos, entre micros
e ônibus. Benzidos por um padre durante a missa de comemoração de entrega dos
veículos, os novos ônibus operaram no segmento de turismo e em linhas urbanas e
metropolitanas.
 
Além
desses ônibus dos quatro ônibus modelo Urbanus destacado na matéria, a
Riograndense teve diversos outros veículos do mesmo tipo, com outras
configurações de chassi – Mercedes-Benz, SCANIA e VOLVO; e também fez outras
grandes compras de mais veículos da montadora Busscar ao longo dos anos.

Após
a falência da Riograndense, a estrutura do transporte local piorou significativamente.
Com as ‘gambiarras’ feitas para suprir a demanda das linhas da zona norte,
apenas um trecho passou a ter, em parte, atendimento: o da linha 03 (NOVA
NATAL/CAMPUS), que atualmente é operado pela linha 10-29 (NOVA NATAL/NOVA
DESCOBERTA), com mudanças de itinerário da linha original.
 

a linha 28 (NOVA NATAL/IFRN) e 45 (BRASÍLIA TEIMOSA/CAMPUS) não contam com
linhas em seu lugar.
Após
o fim das operações, os funcionários da empresa montaram, em acordo com os
poderes trabalhistas, uma cooperativa, utilizando os veículos da Riograndense e
operando suas linhas intermunicipais. A ‘nova’ Riograndense tem se destacado
pela qualidade na prestação do serviço.

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