Conhecendo as linhas: João Pessoa X Guarabira – Via BR 101

Fonte: Portal Ônibus Paraibanos
Matéria/Texto: JC Barboza
Fotos: Diego Almeida Araújo/Divulgação

No “conhecendo as linhas” de hoje, vamos embarcar
na linha João Pessoa X Guarabira – Via BR 101 da Viação Rio Tinto. A linha que
liga a capital paraibana a capital do brejo paraibano famosa por seus animados
eventos como a Festa da Luz e também por possuir o santuário de Frei Damião.
Seus 104 km são percorridos em 1h e 40 min de viagem em média e a principal
função da linha é ligar as cidades de Itapororoca e Araçagi a João Pessoa já
que da capital para Guarabira é mais rápido seguir pela PB 004 e posteriormente
a PB 055 que possui 20% a menos de distância do que pela BR 101. Saibam mais sobre essa linha aqui!

A
linha possui quatro horários em ambos sentidos,
atravessa cinco municípios: Bayeux, Santa Rita, Mamanguape, Itapororoca e
Araçagi, além de passar pelo Sítio Canafístula, distrito de Araçagi,
antes de chegar a Guarabira. Todo o seu percurso é feito em estradas asfaltadas,
inclusive a PB-057 que é percorrida em toda sua extensão pela linha, foi
reformada recentemente, se encontrando em excelente estado.

O
itinerário da João Pessoa X Guarabira é bem simples e funcional. Saindo
de João Pessoa a linha segue pelo acesso oeste posteriormente acessando
a BR 101 aonde segue por 62 Km até a cidade de Mamanguape e a partir
desta cidade a linha segue o restante do percurso faltante pela PB 057,
chegando ao destino final: Guarabira.
PB 057

Os horários disponibilizados pela Viação Rio Tinto são os seguintes:

Partindo de João Pessoa:

05:30

10:30 
15:00
17:00
Partindo de Guarabira:
05:00
08:30
12:00
16:00
Tarifas por trecho:
Mamanguape: R$ 7,45
Itapororoca: R$ 10,00
Araçagi : R$ 12,20
A Viação Rio Tinto opera a linha somente com ônibus rodoviários e do tipo intercity, oferecendo conforto aos seus passageiros!

Sobre Araçagi e Itapororoca (Com informações da Wikipédia PT)
Araçagi
Araçagi surgiu em meados do século XVIII, quando
a região servia de pousada para os mercadores e tangerinos de gado que
praticavam o comércio entre Mamanguape, que, na
época, era conhecida como Monte-Mor, Guarabira e
os sertões da então província da Paraíba. Alguns
desses mercadores estabeleceram relações de amizade com os índios Guandus e
fixaram-se num lugar conhecido como Rio dos Araçás.

A tradição
oral conta que um português conhecido como Manoel estabeleceu-se em um lugar
denominado de Tainha e, lá, casou-se com uma mestiça de nome Francisca,
conhecida como dona Chiquinha. O casal teve filhos e deu origem a várias
gerações. Presume-se que foi Manoel o doador de uma propriedade situada no
povoado Rio dos Araçás. Naquele local, surgiu Araçaji. A palavra é tupi e significa “água de araçá”, pela
junção de ara’sá (“araçá”) e ‘y (“água”) numa alusão à grande quantidade
dessa planta frutífera que se multiplicava, abundantemente, às margens do rio.

Em 1870,
quando aqui chegou a família Melo, Padre Raulino Ricardo e trabalhadores cheios
de boa vontade pelo progresso deste povoado, edificaram a primeira casa e o
templo. Estava, assim, iniciada a formação do núcleo, um dos mais importantes
que integravam o município de Guarabira. Foi o padre Francelino Coelho Viana
que conseguiu melhores recursos e construiu a capela.

A emancipação
política foi conseguida graças aos esforços de três homens: João Pessoa de
Brito, João Felix da Silva e Olivio Câmara Maroja. A emancipação de Araçagi foi
obtida graças à Lei Estadual 2 147, de 22 de julho de 1959.

Araçagi faz limite com os seguintes municípios:
Ao norte: Duas Estradas, Curral de Cima e Sertãozinho; Ao sul: Mulungu, Marí,
Sapé e Capim; A leste: Cuité, Mamanguape e Itapororoca; A oeste: Guarabira e
Pirpirituba.

Itapororoca

No ano de 1911, Itapororoca figurou na
história da Paraíba como distrito de Mamanguape. Sua emancipação ocorreu por
meio da Lei n° 2.701 de 28 de dezembro de 1961, sendo instalado oficialmente o
município em 15 de fevereiro de 1962.
Antes de se chamar Itapororoca, a mesma era conhecida como Vila de São João de
Mamanguape. Existem muitas versões em relação a formação desta cidade, mas a
que mais chama a atenção é uma lenda que conta o seguinte:

Em meados do
século XVIII, um homem conhecido como João Batista fez uma viagem para o norte
do país à procura de riquezas. Chegando ao seu destino, foi aprisionado por
índios da região. Se vendo à beira da morte, fez uma promessa para seu santo de
devoção (no caso, João Batista): se fosse solto e conseguisse voltar para sua
terra natal, construiria uma capela e colocaria, nela, o nome de São João
Batista. Assim aconteceu: foi solto pelos nativos, conseguiu uma grande
quantidade de bens, voltou para sua terra mãe e construiu uma capela em
homenagem a São João, daí o começo da história da cidade (Vila de São João,
logo depois Itapororoca).

O município se destaca no contexto
nacional como sendo a maior produtora de abacaxi da Paraíba e pela qualidade
desta fruta, destaca-se ainda pela gratuidade da água: Itapororoca é uma das
poucas cidades do Brasil onde não se paga pela água. Pontos turísticos:
Itapororoca é marcada pelas suas belezas naturais onde se destacam os
resquícios de mata atlântica pouco preservada, os rios temporários e seu
relevo. Existem, ainda, as casas de farinha e os engenhos de aguardente
(Camurim, Campo Verde, Sedução do Sorriso, Aymoré, Curral Grande e Luana).

Em relação à
visitação turística, Itapororoca oferece o Parque da Nascença, onde se destaca
a utilização de piscinas públicas.

Fontes de
renda: Itapororoca, não diferente da maioria das cidades do interior do
Nordeste, se destaca na agricultura, produzindo abacaxi, cana-de-açúcar, milho,
feijão, macaxeira, inhame, batata, pimentão etc.

A economia
gira em torno da Prefeitura Municipal (tendo em vista que a cidade não possui
fábricas nem indústrias), das aposentadorias e pensões, da monocultura da cana-de-açúcar,
do vasto plantio de abacaxi e de outras culturas de menor expressão.

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