Abílio Gontijo – A marca da fé inabalável

Fonte: Abrati
Fotos: Acervo Paraíba Bus Team

De Carmo do Paranaíba a Patos de Minas a viagem
durava oito horas, sempre por estrada de terra. A jardineira – marca Chevrolet,
modelo Comercial, ano 1940 -comportava 14 passageiros. Era o ano de 1943 e, por
causa da guerra, havia racionamento de gasolina, com o combustível fornecido em
cotas mediante critério político. Obter uma cota dependia do humor do prefeito
de cada município. Um dia, o prefeito de Carmo do Paranaíba mandou cortar a
cota de Abílio para repassar a um correligionário. Abílio, empresário
estreante, que também era o motorista, o mecânico e o encarregado da limpeza,
não se apertou. Embora na época o uso de gasogênio fosse a prática mais comum,
cismou de utilizar álcool como combustível. Fez ele próprio várias modificações
no motor do veículo e, desta forma, resolveu o problema da falta de gasolina.
No fim da guerra, apesar de contemplado com as simpatias do prefeito, o
concorrente havia quebrado e a Empresa Gontijo sobrevivera.

Abílio Gontijo sempre foi assim, dado às novidades
e pioneirismos. Por isso mesmo é que não se contentou em operar apenas aquela
primeira linha nem ficar na primeira jardineira. Em 1949, comprou a Patos de
Minas-Belo Horizonte e foi morar em Patos. “Naquele tempo, Minas Gerais
praticamente não tinha um só quilômetro asfaltado”, recorda. Nessa linha,
a viagem era feita em 12, 13 horas, e os ônibus, apelidados de
“guarda-Louças”, eram da marca Chevrolet e já tinham carroçaria
metálica. Ele explica que tudo era muito difícil, mas como gostava de
transportar gente, acabava achando tudo fácil.

Foi por gostar de transportar pessoas que, aos
poucos, comprou mais linhas e 14 mais empresas. Teve a sorte de o governador do
Estado, Juscelino Kubitschek, estar implantando várias estradas asfaltadas. E
como Abílio administrava com segurança e cumpria rigorosamente seus
compromissos, os negócios iam crescendo. Comprou 25% da Viação Planeta, dona
das linhas de Belo Horizonte para Coronel Fabriciano e Ipatinga. Depois, a
Santa Marta, que ligava a capital mineira a Araxá, Uberlôndia, Ituiutaba e
Uberaba. A seguir, as linhas para Governador Valadares e Teófilo Otoni. Ele
conta que a viagem para esta última cidade era uma aventura que podia durar até
três dias. ” A estrada de terra começava em Nova Era e ia até Governador
Valadares, sempre beirando o Rio Doce, mas quando chovia ninguém conseguia
passar. Aí era preciso contornar por Três Rios ou Caratinga, encompridando a
viagem em quase 500 quilômetros.Sem previsão de chegada.” 

Sempre que se refere à década de 50, Abílio Gontijo
tem palavras elogiosas paro as administrações de Juscelino, primeiro no governo
de Minas e depois na Presidência da República. “Naquele período é que
começou o desenvolvimento das rodovias e da indústria automobilística. As
estradas passaram a ser asfaltadas. logo que assumiu a presidência, Juscelino
veio com aqueles projetos ambiciosos, o Plano de Metas e a construção de
Brasília. Eu achava que era brincadeira, estava acostumado a ouvir promessas,
mas ele foi extraordinário. Fez grande parte da infra-estrutura de que o Brasil
precisava para se desenvolver.”
Naquele clima de otimismo, Abílio Gontijo estava no
lugar certo, no momento certo. Para se chegar a Brasília por rodovia, era
preciso passar por Patos de Minas. Como que se antecipando aos fatos, ele havia
se tornado sócio de uma empresa que, diante da nova realidade, imediatamente
cuidou de inaugurar uma linha entre Patos e a nova Capital. Foi a primeira
linha interestadual a chegar lá.

Alguns anos depois, em 1965, Abílio Gontijo
mudou-se para Belo Horizonte. As novas aquisições se sucediam, os negócios
continuavam crescendo e, para administrá-Ios, eram precisos horizontes cada vez
mais amplos. Em 1969, a abertura da estrada Belo Horizonte-Uberlândia, asfaltada,
inaugurou uma fase de grande desenvolvimento de toda aquela vasta região do
Estado de Minas Gerais.

Até aí, as atividades da empresa se concentravam
exclusivamente no transporte intermunicipal de passageiros. Foi quando ele
mudou o nome para Empresa Gontijo de Transportes Ltda. e comprou a linha
interestadual entre Ituiutaba e São Simão, em 1974. No ano seguinte, recorrendo
a novas compras e participando de licitações, deu início a mais uma fase de
expansão. Foram assumidos as linhas Bom Jesus da Lapa-São Paulo, Belo
Horizonte-Goiânia, Belo Horizonte-Campo Grande e Belo Horizonte-Salvador.
Todas, portanto, de longo percurso.

A fase seria consolidada alguns anos depois, em
1980, com a compra da Bonfinense, empresa com 150 carros, 500 funcionários e
linhas interestaduais para todo o Nordeste, o que possibilitou a expansão da
Gontijo para 16 estados, especialmente os nordestinos, ao longo da década de
80.

Abílio Gontijo narra que isso se tornou viável
porque aquele era um período de grande expansão rodoviária. Muitas estradas
novas, todas asfaltadas, estavam sendo construídas, e era fácil perceber que o
transporte rodoviário entrava numa fase de grande desenvolvimento. “Para
ganhar mercado, decidimos passar para uma política mais agressiva, mas sempre
dentro da nossa filosofia de aprimorar os serviços e crescer com os pés no
chão. Ou seja, investir rigorosamente de acordo com a nossa capacidade de
honrar os compromissos assumidos”, recorda.

O fato é que havia uma demanda crescente por
transporte rodoviário de passageiros e a Gontijo se preparou para atendê-la. E,
assim, acabou indo cada vez mais longe. Hoje, uma das linhas operadas pela
empresa liga Salvador, na Bahia, a Assunção, no Paraguai. É um exemplo de como
ela está presente nos pontos mais remotos do Brasil e de países vizinhos. A
construção de um imenso parque rodoviário em Belo Horizonte, em área de 100.000
m2, em 1981, também é considerada um marco na história da Gontijo. Na época
estava entrando, definitivamente, para o rol das grandes empresas de transporte
rodoviário de passageiros do Brasil e da América do Sul. Nos anos seguintes, a
trajetória vitoriosa foi mantida. O Parque Rodoviário Gontijo está localizado
no bairro Engenho Nogueira e abriga um dos mais modernos centros administrativos
e de manutenção de empresas de transporte. Tem capacidade para operar cerca de
1.100 ônibus. Esse, aliás, é o tamanho da frota atual da companhia, que
transporta cerca de 2 milhões e 500 mil passageiros por ano.

Aos 79 anos de idade, Abílio Gontijo permanece no
comando dos negócios. É auxiliado por cinco filhos (quatro homens e uma mulher)
e três genros. Embora pertençam a gerações diferentes, não há choques de
cultura ou de visão do negócio, até porque o fundador está sempre sintonizado
com o presente. Diz que é preciso acompanhar a realidade do momento, a
velocidade com que as coisas acontecem, o surgimento ininterrupto de modernas
tecnologias. “Tanto eu como meus filhos pensamos a mesma coisa, e nosso
trabalho é feito todo na mesma linha”, explica o fundador, acentuando a
ausência de divergências significativas quando se trata de acompanhar tudo o
que possa resultar em benefícios para as atividades da empresa. Dá um exemplo:
“Se não fossem as novas tecnologias, principalmente na área da informática,
seria muito difícil administrar uma empresa do tamanho da nossa. Até a
comunicação seria quase impossível “.
Algumas diretrizes, porém, há décadas são mantidas
praticamente inalteradas. Por exemplo, a de pagar sempre à vista cada novo
ônibus. O presidente considera que o tempo das compras a crédito já passou.
“Dever, no início, foi bom. Mas quando acabou o sistema de crédito direto,
paramos de comprar a prazo e começamos a trabalhar com capital próprio. Em
algumas situações, a Gontijo até optou por crescer moderadamente, para evitar
endividamento. A lucratividade das empresas não dá para cobrir as despesas com
os altos juros cobrados hoje em dia, afirma.

Ele também lamenta a atual situação da malha viária
brasileira, além do fato de não se construírem novas estradas. Diz que em
matéria de infra-estrutura ainda estamos no Brasil de Juscelino Kubitschek, e
adverte: a infra-estrutura deixada por JK e continuada pelo regime militar está
se exaurindo e os governantes que vieram depois parecem não ter pensado no problema.

Diz que são igualmente graves a concorrência dos
clandestinos e a tributação excessiva que pesa sobre a atividade
transportadora. “Se falarmos no pacote social como um todo, veremos que as
empresas arcam com uma carga tributária enorme, insuportável.”

Por tudo isso, a fase atual da companhia, segundo
Abílio Gontijo, é de crescimento moderado e de acompanhamento da conjuntura.
“Mas num país como o nosso, não temos como parar de crescer. O Brasil é um
continente e mais da metade do nosso território permanece pouco explorada.
Havendo oportunidade, nós sempre estamos pensando em crescer, garante.

O que a Gontijo ganhou com a São Geraldo




Quando se soma um e
um nem sempre se tem o equivalente a dois. Fosse assim certamente a Empresa
Gontijo de Transportes não teria comprado a Cia. São Geraldo de Viação, um
negócio fechado no início de 2004, mas só sacramentado em meados de junho
depois que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a
celebração do acordo. É a maior transação, pelo menos em número de ônibus da
frota conjunta, já ocorrida no transporte rodoviário de passageiros no País. As
duas empresas somam uma frota de 1,6 mil ônibus, empregam 8 mil pessoas – 4 mil
motoristas em épocas de pico – e, pela extensa malha e diversidade de estados
que operam, têm consumos significativos de insumos – a Gontijo, por exemplo,
para rodar 138 milhões de km por ano, compra 43 milhões de litros de diesel e
12 mil pneus entre novos e reformados. A São Geraldo adiciona mais ou menos
outro tanto de demanda. 

 

As duas empresas
têm origem em Minas Gerais, os Gontijo mantiveram em mais de meio século o
controle em poder do núcleo familiar, comandado pelo patriarca, Abílio Gontijo,
que chegou aos 80 anos de idade. O controle da São Geraldo era dividido em mais
sócios. 



O sistema
regularizado de passageiros rodoviários vive estagnação de demanda motivada
pela baixa ou mesmo nula taxa de crescimento do PIB. Há que se somar ainda a
competição predatória feita pelo transporte clandestino, a concorrência do
avião e até do automóvel. “A Gontijo precisava crescer até para sanar a
ociosidade gerada pela queda de passageiro/km que temos registrado desde 1998”,
diz o diretor-superintendente Abílio Gontijo Júnior. “Ou enxugávamos a Gontijo
ou partíamos para aquisições”, completa. 



Fechado o negócio
entre as partes, no início do ano, logo em seguida o time da Gontijo partiu
para tomar pé na intimidade dos negócios e da operação da São Geraldo. Assim,
tão logo saiu a aprovação da ANTT, as decisões para reestruturar a controlada
foram adotadas com precisão e foco. Pode-se dizer que a primeira ação de
impacto do grupo Gontijo foi mudar o quartel-general da São Geraldo, localizado
no centro de Belo Horizonte, onde funcionava em prédio alugado de dez andares,
para a garagem própria da empresa, na cidade de Contagem (MG), numa área de 60
mil m². Na prática essa decisão significou economia de R$ 1 milhão por ano em
despesas de locação. 

 
Os Gontijo estão
administrando prioridades. Nessa linha de atuação, uma ação implementada foi
reformar os ônibus da São Geraldo em situação mais crítica. A primeira reforma
envolveu 80 veículos. Se a Gontijo, com frota de 850 veículos operacionais
pratica renovação de 10% por ano, a São Geraldo, com 750 unidades (as mais
novas compradas em 1999) não aplicava renovação programada. 



Diferenças existem,
como seria de se esperar. A Gontijo, por exemplo, adota padrão “chassi Scania e
carroceria Busscar”. A São Geraldo opera chassis Mercedes-Benz com carroceria
Marcopolo. Está decidido que em 2004 a São Geraldo não comprará novos ônibus. A
tarefa de arrumar a casa implica em medir necessidades, definir políticas e
outras ações. A filosofia de trabalho da Gontijo é operar com recursos
próprios. Suas compras de ônibus, por exemplo, podem até ser financiadas, mas
dentro de uma análise criteriosa de custo e benefício. Ou seja, quando convém e
é oportuno comprar a prazo, a política preferencial de recorrer a recursos
próprios pode ser descartada. A padronização de marcas nas duas empresas está
longe de ser uma decisão consumada. “A tradição dos Gontijo é receber todos
fabricantes muito bem, com longas e agradáveis conversas”, diz uma fonte
próxima à empresa mineira. Abílio Júnior tem dito que “a preferência em chassi
é pela Scania, até porque conhecemos bem o produto”. A fidelidade, porém, tem
uma condicionante que se chama preço. “Preço por preço, nossa preferência é por
Scania”. A Scania certamente vai procurar manter um de seus maiores frotistas
do mundo, a Empresa Gontijo. Mas, qual será a marca da São Geraldo, que, segundo
Abílio Júnior, começará o processo de renovação em 2005? Há quem entenda que a
padronização, um traço do grupo, continuará, mas por empresa – na avaliação de
um observador “é difícil que tenham nas duas operadoras”. A diversidade de
marcas entre as duas empresas pode servir de termômetro para comparações. A
Gontijo opera com combustível da Ipiranga e pneu Goodyear. A São Geraldo
trabalha com BR Petrobras. “Pagamos a dívida que a São Geraldo (não revela
quanto) tinha com a BR e decidimos continuar com o produto da bandeira”,
acentua o diretor-superintendente da Gontijo. “Da mesma forma, vamos trabalhar
com pneus Pirelli, preferência da São Geraldo, embora a marca da Gontijo seja
Goodyear”. Também sem revelar valores, o presidente da Gontijo/São Geraldo garante
que os débitos da São Geraldo com cerca de 40 bancos foram pagos ou canalizados
para quatro. “Estas quatro instituições respondem por 90% da nossa movimentação
financeira”, quantifica. 



Quadro de pessoal –
As duas empresas somam um efetivo de pessoal que varia entre 7 mil empregados,
no período de demanda estável, e 8 mil funcionários, em regime de alta
temporada, concentrado nos meses de dezembro e janeiro. Desde julho, no regime
de administração unificada, está em operação a fase de recrutamento de
motoristas para o período de alta. “Normalmente, iniciamos o processo de
seleção em setembro, mas, desta vez, antecipamos os trabalhos, pois em vez de
500 motoristas, vamos precisar de mil”, observa Abílio Júnior. Esse processo,
além de complementar o quadro para suportar a maior demanda, serve também para
atender à rotatividade que caracteriza o setor. “Pela nossa vivência é natural
que pessoas contratadas em regime temporário sejam efetivadas, substituindo
titulares que se desligam por qualquer motivo”. Nesta fusão em que a Gontijo
comprou a São Geraldo – por um preço que os controladores não divulgam –, a
intenção é uma só: criar ganhos para as duas marcas e, podem, com isso,
enfrentar a baixa de volume de passageiros que vinha corroendo até 2003 a estrutura
do setor rodoviário de passageiros. Abílio Júnior não gosta de comparações com
o sistema aéreo de passageiros. “Eles querem nos tirar o passageiro, mas com
uma concorrência que não me parece justa na medida que o transporte aéreo não é
tributado com ICMS sobre a tarifa, enquanto nós pagamos 18%”, é a única
observação a que ele se permite. 



O que é bom, fica



Reconhecer
vantagens de terceiros é sempre uma boa maneira de se administrar um negócio
que se avoluma com a inclusão de uma nova estrutura. Pois a Gontijo não apenas
reconheceu como elogiou a área de vendas de passagens da São Geraldo. “Eles
sempre foram mais agressivos que nós”, afirma Abílio Júnior. Na estrutura de
vendas, a super-posição será eliminada, mas como se vai nivelar pelo efetivo maior,
no final das contas a Gontijo ganha e a São Geraldo não perde. Isto porque a
Gontijo tinha 700 pontos – 500 com gente própria e 200 terceiriza-dos, enquanto
a São Geraldo operava 1,2 mil pontos, 200 próprios, o restante terceirizado.
“Vamos eliminar, sim, a superposição, mas mantendo 1,2 mil pontos com o mix
diferente, de 800 próprios e 400 terceirizados”, assinala o
diretor-superintendente. Nas garagens, há superposição, mas pequena diante do
universo. Havia 130 garagens em funcionamento: Gontijo, com 80, e São Geraldo,
50. No final das contas, eliminada a duplicidade, em cerca de 18 pontos, a
Gontijo/São Geraldo fica com mais de 110 garagens em operação. 



Trata-se,
efetivamente, de um número fabuloso, mas que se justifica quando se depara com
a amplitude operacional das empresas. “Só a Gontijo opera em 20 estados, nas
quatro regiões do País e precisamos contar com pontos de apoio a distâncias de
400 km ou mesmo a cada 200 km”, assinala Abílio Júnior. 

 

Outra superposição,
a de linhas, foi eliminada aliás, uma pré-condição exigida pela ANTT para que
a negociação começasse a ser conduzida. Assim, num total de oito, as linhas
comuns (BH-Salvador e Fortaleza-Picos, entre elas) que estavam na esfera de
operação da Gontijo e São Geraldo foram assumidas pela Viação  Nacional. 

 

Se no capitulo da
operação, a superposição das duas empresas não é significativa, na parte
administrativa, não operacional, é inevitável a duplicidade. “Quando se compra
uma empresa pelo menos 30% do quadro de pessoal da empresa adquirida se afastam
por algum motivo. Ou por não se adaptar às normas, questões logísticas de
mudanças físicas de prédios ou por outros motivos”, Abílio Júnior, que vê nos
setores administrativos o maior volume dessas baixas. 

 

A Gontijo opera com
sua administração centralizada em Belo Horizonte, já a São Geraldo, além da
estrutura não operacional que foi levada para a garagem de Contagem, tinha uma
atuação descentralizada, com células administrativas em 35 filiais, o que está
sendo cortado “pois vamos ter uma administração unificada”. 



A diretoria foi
unificada com a ascensão dos sócios do grupo controlador. Os mesmos diretores
da Gontijo são os da São Geraldo. Abílio Júnior, no comando, é auxiliado por
três irmãos, Júlio César Gontijo, 47 anos, na diretoria de manutenção), Luiz
Carlos Gontijo, 45, na direção administrativa e financeira e Marco Antônio
Gontijo, de 38 anos, como diretor de suprimentos. Três cunhados dos diretores
completam o quadro de comando.

11 comentários em “Abílio Gontijo – A marca da fé inabalável”

  1. Apesar de trabalhar exclusivamente com transporte rodoviário… bem que a Contijo poderia nós presentear com atuação também no transporte coletivo nas cidades do nordeste, pois precisamos de empresas mais sérias atuando nesse segmento.
    Para finalizar, meus parabéns a essa empresa que realmente tem história e sempre contribui para o crescimento do nosso país, com ousadia e pé no chão.

  2. parabéns gontijo você faz parte da historia deste nosso país porque é uma empresa que dar gosto viajar vocês tratam os passageiros muito bem continue assim sou fã desta empresa

  3. A Gontijo na pessoa do seu fundador está de parabéns,quero apenas salientar que a equipe da gontijo ensine o pessoal da São Geraldo a trabalhar,pois a empresa não tem o meno respeito pelo seus clientes nordestinos,so colocam ônibus velhos e sem o minimo de conforto para viagens tão longas,basta ver o site do reclame aqui,quantas publicações negativas existem ref a mesma.Por conta disso eu deixei de viajar de ônibus que é a minha paixão,para viajar de avião.Já viajei muito pela Gontijo o tratamento é outra coisa.Espero que com a nova administração isso tenha mudado.Não apoio mais em diversas ocasiões é bem melhor viajar de ônibus clandestino, ao invés da CIA.DE VIAÇÃO SÃO GERALDO.

  4. Gostaria muito de uma oportunidade nesta empresa como motorista rodoviário quero somar com está empresa, pesso encarecidamente, tenho o forte desejo de vesti a camisa da empresa e nunca mais tira lá, tenho as minhas qualidades para mostrar, só preciso de uma única oportunidade, sou como o Abilio Gontijo, gosto do volante, obrigado

    1. Isso é com a Gontijo, mas recomendo que fique ligado no portal ainda hoje, pois há oportunidades na empresa. Ainda não para motorista, mas para outras funções lá dentro, talvez numa dessas você possa progredir para esta função na empresa.

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