Ônibus Paraibanos

Um pulo ao passado

Fonte: Revista AutoBus
Matéria/Texto: Antônio Ferro
Fotos: Acervo Tony Belviso

Seria esta uma versão pré-Bossa Nova com chassi Siccar?
Nestas reminiscências, vamos aproveitar para
rever alguns tipos de ônibus que marcaram os anos de 1960 e 1970. Estas
carroçarias foram produzidas pela Caio, ainda em sua unidade localizada na Rua
Guaiaúna, em São Paulo no ano de 1952. Foi neste ano que a encarroçadora inovou
ao lançar uma estrutura inteiramente de metal em substituição a madeira. Em
anexo nesta recordação, também podemos ver duas peças publicitárias da Nimbus e
Striuli. O modelo de carroçaria Bossa Nova leva este
nome em homenagem ao gênero musical dos anos 60 e que muito sucesso promoveu ao
mundo artístico. Nesta imagem ela está sobre chassis GM ODC. Esta carroçaria
foi a primeira com estrutura tubular.

A Empresas Reunidas, de Araçatuba – SP, foi
uma das transportadoras que adquiriram o Bossa Nova com chassi Scania B75 para
a operação em longas distâncias. Detalhes construtivos deste modelo fizeram-no
num dos mais modernos para a época.
Com a expansão das cidades, a necessidade por
veículos com maior capacidade de passageiros se fez presente. A Caio então
iniciou a fabricação do modelo Jaraguá em 1963. Nesta foto podemos observar um
chassi Scania com o referido modelo.
Antes de ter sua aquisição total pela
Marcopolo, a gaúcha Manufatora Furcare, marca da Nimbus, produziu carroçarias
dos modelos urbano e rodoviário para diversas empresas brasileiras, como este
típico para operações nas cidades com chassi Magirus Deutz.
 
A extinta Striuli, de Guarulhos – SP, ficou
conhecida em promover, através de licença da norte-americana GM, o
desenvolvimento de uma versão tupiniquim do consagrado modelo PD para a Viação
Cometa. Carroçarias urbanas com detalhes impares também foram objetos de
produção da marca paulista, como podemos ver nesta propaganda.
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