Ônibus Paraibanos

Por onde anda a TPU?

Fonte: Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto: Paulo Rafael Viana
Nessa segunda-feira (18) logo cedo publicamos aqui em primeira mão que a partir de hoje a empresa PB Rio não iria mais operar a linha municipal da cidade de Bayeux, Mário Andreazza / Ponte do Baralho. Hoje pela manhã fui conferir de perto como seria o primeiro dia de operação da TPU na volta da administração anterior, que era da empresa Wilson. Porém… cadê o ônibus para ligar o Baralho ao alto do Mutirão? Não deixem de conferir aqui nessa matéria uma cobertura especial sobre a TPU (ou a falta dela)!

Para quem não conhece a região, o local conhecido como Baralho é perto da rodoviária de João Pessoa. Localiza-se após o cruzamento da linha férrea da CBTU, por trás da antiga fábrica abandonada, após a travessia da ponte por onde antigamente os ônibus de viagem trafegavam para chegar na rodoviária. A linha que trafega apenas dentro de Bayeux liga o Baralho ao bairro Mário Andreazza e Mutirão, passando pela principal via da cidade, a Avenida Liberdade.
A linha que originalmente era operada pela TPU (Wilson e Almeida, posteriormente só Wilson) vinha sendo operada pela PB Rio desde Fevereiro desse ano, e melhorou o serviço para a população claramente. Pela PB Rio a linha voltou a ser operada aos sábados e domingos, com dois carros escalados das 5 horas da manhã até 22 horas da noite, além de que os ônibus eram bem mais novos que os da TPU, onde o “menos antigo” já beira os vinte anos de circulação.
Nessa segunda-feira… nada de TPU! Isso mesmo, até onde se sabe não foi visto TPU hoje. Os moradores do Baralho, às 10 da manhã de hoje, relataram não ter visto nenhum. Estive das 8:30 da manhã até as 10 horas, ou seja, uma hora e meia de espera e nada de TPU. Amigos que participam aqui do nosso Portal Ônibus Paraibanos também relataram não ter visto nada de TPU passando. Se você viu algum ônibus da TPU rodando hoje, pode avisar nos comentários aqui mesmo nessa página mais abaixo.
Esperaremos o desenrolar dessa situação. Enquanto isso a população do Baralho brinca pra não chorar, e pergunta: “Ó, e agora, quem poderá nos ajudar?”
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