Ônibus Paraibanos

Dilma anuncia mais investimentos para transportes

Fonte:  Canal do Ônibus
Matéria / Texto: Adamo Bazani
Serão contemplados 51 cidades de 18 estados. Deste
total, R$ 22 bilhões  virão do Governo Federal e outros R$ 10 milhões como
contrapartida dos estados. O dinheiro
deve ser aplicado em obras de expansão e criação de redes de metrô, de VLT
(Veículos Leves sobre Trilhos), corredores de ônibus expressos e BRT – Bus
Rapid Transit, corredores de ônibus mais modernos.

Após a publicação no Diário Oficial, os estados e
municípios terão 18 meses para apresentarem os projetos de transportes
finalizados. Os projetos serão analisados e depois da aprovação, que pode
demandar mais um tempo ainda, as obras terão início. Para Dilma Rousseff, o PAC
da Mobilidade é mais uma maneira de estados e Governo Federal interagirem de
maneira melhor para que a população seja atendida na área de transportes.
Antes do anúncio do Brasil para sediar a Copa do Mundo,
praticamente o Governo Federal se eximia do tema transportes públicos, embora
Dilma tenha afirmado que esta fase do PAC não tem relação direta com o mundial
de futebol. Tanto é que serão contempladas cidades que não vão sediar as
competições mundiais.
As cidade de Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba,
Salvador, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro já tiveram investimentos anunciados
nesta área.
Os transportes de média e de alta capacidade são o foco
deste PAC da Mobilidade.
Entre as obras previstas nas cidades estão:
– 600 quilômetros de corredores de ônibus.
– 380 terminais e estações
– 200 quilômetros de metrô
– 1000 veículos sobre trilhos.
De acordo com o Ministério das Cidades, estas obras devem
beneficiar 53 milhões de pessoas diretamente.
Segundo o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, além de
melhorar o ir e vir das pessoas, as obras vão gerar empregos, melhorar o
rendimento econômico das cidades, que perdem muito dinheiro com trânsito, e
auxiliar na redução da poluição, principalmente emissão de gases poluentes do
ar.
Aguinaldo estime que uma melhor mobilidade pode
“devolver” à vida das pessoas cerca de um mês por ano pelo fato de
não ficarem presas em engarrafamentos.
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